Dúvidas mais frequentes

O projeto RUMAR traz mudanças no modelo de governança e gestão do Grupo Marista, especialmente para as áreas corporativas das mantenedoras e, com isso, podem surgir algumas dúvidas. Antecipamos abaixo as respostas a algumas delas, mas, se tiver outras, entre em contato pelo link ‘Envie sua dúvida’ e responderemos tão logo seja possível.

 

1. O que é o Projeto Rumar?

Trata-se do projeto de integração dos modelos de governança e gestão das mantenedoras do Grupo Marista, que leva a organização rumo à ampliação do alcance e da qualidade na execução da missão Marista.

2. Por que o Grupo Marista está promovendo essa mudança de modelo organizacional?

A presente alteração do modelo organizacional do Grupo Marista, é, no fundo, mais um passo de um longo processo que se iniciou na década de 90, quando o Instituto Marista deu início à reestruturação de suas unidades administrativas em todo o mundo. A união das antigas Províncias de São Paulo e de Santa Catarina, dando origem à Província Marista Brasil Centro-Sul, já traçava este caminho.
A complexidade do ambiente organizacional dali resultante, com uma gama extremamente ampla de unidades de negócios e áreas de atuação, exigiu, desde sempre, um especial cuidado com a gestão. Foi por isso que, em 2006, um modelo de governança que já aproximava a atuação de todas as nossas mantenedoras foi implementado. O modelo agora apresentado é um desdobramento e aprimoramento do anterior, reforçando as intenções e qualidades que já trazia.
Considerando-se que a gestão das mudanças organizacionais implica em riscos e oportunidades, o Grupo Marista acredita que o modelo adotado e o processo de integração que promove é necessário, positivo e natural para a construção de um futuro melhor para o Grupo Marista, permitindo ratificar um lema que temos perseguido com afinco – a “Gestão a Serviço da Missão”.

3. Quais as mudanças em relação ao modelo anterior?

De forma sintética, o novo modelo organizacional incorpora seis principias mudanças em relação ao modelo anterior:

  • A simplificação dos modelos de governança, unificando os Conselhos e os Comitês das mantenedoras;
  • A unificação das Superintendências Executivas das mantenedoras APC e ABEC/UCE;
  • A criação de quatro Diretorias Corporativas;
  • A integração das Diretorias de Operações das mantenedoras APC e ABEC/UCE;
  • A integração das Assessorias das mantenedoras APC e ABEC/UCE;
  • A reestruturação das unidades de negócios e áreas de atuação das mantenedoras.
4. Qual a função das novas Diretorias Corporativas?

As novas Diretorias Corporativas nascem com a missão de garantir que questões estratégicas, consideradas especialmente importantes para a sustentabilidade de longo prazo do Grupo Marista, tenham foco e atenção adequados:

  • A Diretoria Corporativa de Planejamento e Finanças do Grupo será responsável por coordenar o planejamento global de longo prazo do Grupo Marista;
  • A Diretoria Corporativa de Inovação e Novos Negócios do Grupo será responsável pelo tratamento das oportunidades de inovação e novos negócios do Grupo Marista;
  • A Diretoria Corporativa de Gestão de Talentos do Grupo será responsável por coordenar as atividades de desenvolvimento dos talentos profissionais do Grupo Marista; e
  • A Diretoria Corporativa de Operações Centrais será responsável por conduzir todas as atividades de apoio às unidades de negócios que permanecerem centralizadas.

Quando necessário, as Diretorias Corporativas trabalharão de maneira conjunta com as demais Diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais.

5. Qual o papel das Diretorias Corporativas já que em alguns casos há diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais com funções similares?

Mesmo que a princípio pareça haver sobreposição entre estas funções, é importante ficar claro que as Diretorias Corporativas são um novo nível estabelecido para garantir foco estratégico em questões consideradas especialmente importantes para a sustentabilidade de longo prazo do Grupo Marista tenham foco e atenção adequados e não para atuar diretamente nas atividades de operações centrais.
Quando necessário, as Diretorias Corporativas trabalharão de maneira conjunta com as demais diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais.

6. Por que alguns Setores Provinciais deixaram de existir?

Não se trata de uma extinção, mas sim de um reposicionamento de suas funções para o nível executivos da organização.
O Setor de Desenvolvimento Institucional, que detinha um papel diretamente ligado às questões de inovação e planejamento estratégico, terá suas atribuições distribuídas entre duas novas Diretorias Corporativas, a Diretoria Corporativa de Planejamento e Finanças do Grupo e a Diretoria Corporativa de Inovação e Novos Negócios do Grupo.
O Setor de Comunicação e Imagem Institucional, que se debruçava sobre as questões ligadas à comunicação corporativa e institucional, terá suas atribuições assumidas, entre outras, pela nova Assessoria de Comunicação.
Os Setores Provinciais remanescentes são: o Setor de Ação Social, o Setor de Economato, ambos dirigidos pelo Ir. Jorge Gaio, o Setor de Pastoral, dirigido pelo Ir. Adriano Brollo, e o Setor de Vida Consagrada e Laicato, dirigido pelo Ir. Benê Oliveira.

7. Quais as vantagens em relação ao modelo anterior?

Com uma integração cada vez maior de nossas atividades, o Grupo Marista poderá contar com os benefícios de uma gestão mais ágil, mais capacitada, mais segura e, principalmente, ainda mais comprometida com a missão Marista e com a qualidade do atendimento aos nossos diversos públicos.

8. Quem será afetado pelas mudanças que o projeto traz?

Na prática, a mudança se concentra no nível corporativo do Grupo Marista. Nosso posicionamento exige um redesenho do modelo organizacional, uma vez que as mantenedoras passam a atuar como uma entidade única.
As novas Diretorias Corporativas (Diretoria Corporativa de Planejamento e Finanças do Grupo, Diretoria Corporativa de Inovação e Novos Negócios do Grupo, Diretoria Corporativa de Gestão de Talentos do Grupo, Diretoria Corporativa de Operações Centrais) nascem com a missão de garantir que questões estratégicas, consideradas especialmente importantes para a sustentabilidade de longo prazo do Grupo Marista, tenham foco e atenção adequados. Quando necessário, as Diretorias Corporativas trabalharão de maneira conjunta com as demais Diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais.
As Diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais e Assessorias, que até então existiam de maneira duplicada nas mantenedoras, serão reestruturadas ao longo dos próximos dois anos, buscando ganhar eficiência e, principalmente, melhorar o nível de serviço prestado às unidades.
Nas unidades de negócios, o dia a dia deverá permanecer o mesmo, exceto por equalizações de políticas e procedimentos internos e por eventuais alterações nos pontos de contato de alguns departamentos com a nova estrutura corporativa do Grupo Marista.

9. Uma das mantenedoras deixará de existir?

Não.
Não se trata da extinção de uma ou outra mantenedora, mas sim da integração de suas atividades. Ao menos por enquanto, questões jurídicas, contábeis e vínculos empregatícios, salvo em casos específicos, permanecem os mesmos, sem quaisquer alterações na composição societária das mantenedoras.

10. Quem ocupará cada cargo?

Alguns dos principias cargos de liderança do nível executivo do Grupo Marista já foram definidos. Entre eles estão:

  • Ir. Délcio Afonso Balestrin permanece na presidência executiva do Grupo Marista;
  • Marco Cândido assumirá a Superintendência Executiva do Grupo Marista, respondendo pela sua gestão corporativa, e estará subordinado diretamente ao Conselho de Administração (CAD) e ao Presidente Executivo;
  • Paulo Serino assumirá a condução da recém-criada Área de Educação, que responderá pelas atividades de todos os empreendimentos educacionais, com exceção da FTD, e estará subordinado diretamente ao Comitê de Área de Educação e ao Superintendente Executivo;
  • Antônio Rios permanecerá à frente da Editora FTD, que por ora manterá sua autonomia como unidade de negócio, e estará subordinado ao Conselho de Administração (CAD) da FTD e ao seu Presidente Executivo.

As responsabilidades definidas pelo IV Capítulo Provincial, que se concentram no nível canônico do modelo organizacional, não sofrem qualquer alteração: Ir. Joaquim Sperandio permanece como Superior Provincial, Ir. Benê Oliveira permanece como Vice-Provincial e o Conselho Provincial mantém-se inalterado com a presença dos irmãos Joaquim Sperandio, Benê Oliveira, Adriano Brollo, Délcio Afonso Balestrin, Franki Kucher, Jorge Gaio e Paulinho Vogel.

11. Haverá demissões em massa?

Não.
Trata-se, prioritariamente, de uma reorganização do modelo organizacional do Grupo Marista. Não há previsão de fechamento de unidades ou extinção de atividades, o que, aí sim, exigiria a dispensa em massa de colaboradores.
Além disso, o projeto vem sendo alvo de uma longa e cuidadosa reflexão e, por isso, eventuais ajustes de quadro tem sido feitos ao longo do tempo, com respeito ao histórico de contribuições de todos os nossos colaboradores.

12. Qual a função do GT de Integração?

O GT de Integração foi formado para coordenar, junto com os líderes do Grupo Marista, a formulação de propostas de mudanças organizacionais buscando ganhar eficiência, e principalmente, melhorar o nível de serviço prestado às unidades.
Equipes temáticas foram definidas a partir dos principais gargalos de integração identificados para garantir que as propostas formuladas contassem com a contribuição de especialistas de todas as áreas. Os temas definidos foram:

  • Governança e Organização (nomenclatura).
  • Avaliação de Executivos
  • Setores Provinciais
  • Assessorias Corporativas
  • Novas Funções Corporativas
  • Área de Educação
  • Área de Negócios Suplementares
  • Operações Centrais
    • Marketing
    • Controles e Finanças
    • Gestão de Pessoas
    • Tecnologia da Informação
    • Serviços Gerais
    • Suprimentos
    • Infraestrutura
  • Planejamento e Execução da Comunicação
  • Assuntos e Aspectos Legais da Integração
  • Ocupação dos Espaços no Prédio

Todas as propostas formuladas pelo GT de Integração serão avaliadas pelo Conselho Provincial, pela alta direção do Grupo Marista e, em alguns casos, por consultorias externas.

13. Quem fará parte do GT de Integração?

O GT de Integração é composto por colaboradores selecionados com base em sua afinidade e experiência em relação ao tema de sua área alvo. Cada equipe temática conta com um líder e uma equipes já definidos, conforme a tabela a seguir:

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14. Os líderes do GT de Integração serão os líderes das áreas alvo que avaliam?

Não necessariamente.
A escolha destes participantes foi feita com base em sua afinidade e experiência em relação ao tema de sua área alvo, mas nem sempre sua melhor contribuição para o Grupo Marista se dará na posição de líder da área.
Além disso, estes colaboradores passarão igualmente por avaliações tanto do Conselho Provincial e da alta administração do Grupo Marista quanto de consultores externos, assim como todos aqueles indicados aos cargos de direção na nova estrutura.

15. Como serão definidos os diretores das novas áreas, uma vez que há cargos de liderança similares nas duas mantenedoras?

Além de colaborarem no processo, como participantes da equipe do GT de Integração, avaliando conjuntamente em que papéis podem oferecer suas melhores contribuições para o Grupo Marista, os atuais líderes das áreas que até então existiam de maneira duplicada nas mantenedoras serão avaliados por consultorias externas que nos ajudarão a definir de maneira assertiva o perfil ideal para as novas posições.

16. Como serão avaliados os casos de sobreposição de equipes, uma vez que há cargos similares em áreas das duas mantenedoras?

O GT de Integração avaliará se, de fato, há sobreposições, uma vez que as atuais equipes estão dimensionadas para o atendimento às demandas atualmente existentes. É esse o grupo que apresentará à alta administração da organização e ao Conselho Provincial as propostas de remodelação operacional das áreas, respeitando essas demandas e o histórico de contribuições de todos os nossos colaboradores.

17. O participante do GT de Integração que avaliará minha área não me conhece. Como poderá definir qual minha melhor contribuição para o Grupo Marista?

Não cabe aos participantes do GT de Integração esse tipo de avaliação.
Sua responsabilidade recai exclusivamente sobre a apresentação de uma proposta de modelo operacional para as áreas. Além disso, isso será feito sempre em conjunto com os atuais líderes das áreas que até então existiam de maneira duplicada nas mantenedoras e passará pela avaliação da alta administração da organização e do Conselho Provincial.
Definições detalhadas sobre as futuras colocações dentro do modelo aprovado caberão aos líderes escolhidos para cada área.

11. As políticas, benefícios e processos internos também serão equalizados? Quais prevalecerão?

Estas questões estão em análise e contamos com a consultoria dos mais gabaritados profissionais da organização e de fora dela para nos ajudarem nessas definições. Não há preferência pela prevalência de qualquer conjunto de políticas, benefícios e processos internos em detrimento de outros. Essas definições respeitarão o que for mais adequado para a organização e para seus colaboradores.
Como tudo que diz respeito a esse projeto, nada será feito sem cuidado e reflexão, por isso, ao menos por enquanto, os benefícios, políticas e processos internos permanecem inalteradas, sendo mantidos aqueles vigentes na mantenedora com a qual cada colaborador mantém seu vínculo empregatício.

Diversos processos, de diferentes áreas, estão sendo unificados e estão sendo divulgados nos veículos de comunicação interna do Grupo Marista.

18. As políticas, benefícios e processos internos também serão equalizados? Quais prevalecerão?

Estas questões estão em análise e contamos com a consultoria dos mais gabaritados profissionais da organização e de fora dela para nos ajudarem nessas definições. Não há preferência pela prevalência de qualquer conjunto de políticas, benefícios e processos internos em detrimento de outros. Essas definições respeitarão o que for mais adequado para a organização e para seus colaboradores.
Como tudo que diz respeito a esse projeto, nada será feito sem cuidado e reflexão, por isso, ao menos por enquanto, os benefícios, políticas e processos internos permanecem inalteradas, sendo mantidos aqueles vigentes na mantenedora com a qual cada colaborador mantém seu vínculo empregatício.

19. Como lido com os projetos em andamento?

As tarefas cotidianas devem continuar sendo tratadas normalmente. Até que os diretores das áreas que até então existiam de maneira duplicada nas mantenedoras sejam definidos e possam inteirar-se e avaliar todos os projetos em andamento, não haverá mudanças em objetivos e metas.
No que diz respeito a projetos de ordem estratégica, contratações ou reavaliação de contratos de longo prazo e reestruturações organizacionais de qualquer ordem, deve-se buscar o apoio das atuais superintendências, que permanecerão responsáveis por orientar as áreas até que a nova estrutura seja inteiramente definida.

12. Por que a FTD não participará do projeto? Há planos para que ela também seja integrada?

Após uma cuidadosa avaliação, ficou evidente que a complexidade da estrutura organizacional da FTD exigia que sua adesão ao novo modelo fosse feita de maneira mais lenta. Assim, sua estrutura organizacional permanecerá temporariamente inalterada.

20. Por que a FTD não participará do projeto? Há planos para que ela também seja integrada?

Após uma cuidadosa avaliação, ficou evidente que a complexidade da estrutura organizacional da FTD exigia que sua adesão ao novo modelo fosse feita de maneira mais lenta. Assim, sua estrutura organizacional permanecerá temporariamente inalterada
No entanto, já há data e cronograma definidos para a adesão da FTD ao novo modelo organizacional do Grupo Marista: seu processo de integração terá início a partir de 2014.

13. Existe um prazo para que o projeto seja implementado em sua totalidade?

Sim.
As Assessorias e as Diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais, que até então existiam de maneira duplicada nas mantenedoras, serão reestruturadas ao longo dos próximos dois anos.
No entanto, prazos e cronograma podem ser alterados de acordo com avaliações feitas frente às especificidades de cada etapa.

21. Existe um prazo para que o projeto seja implementado em sua totalidade?

Sim.
As Assessorias e as Diretorias subordinadas à Diretoria Corporativa de Operações Centrais, que até então existiam de maneira duplicada nas mantenedoras, serão reestruturadas ao longo dos próximos dois anos.
O processo de integração da FTD ao novo modelo organizacional do Grupo Marista terá início a partir de 2014.
No entanto, prazos e cronograma podem ser alterados de acordo com avaliações feitas frente às especificidades de cada etapa.

14. Como tirar dúvidas e ter acesso às informações de mudanças que ainda estão por vir?

A comunicação do projeto RUMAR se dará de maneira transparente e contínua. Comunicados específicos e notícias nos canais de comunicação interna Marista Mais trarão regularmente as principais novidades sobre o tema, mas é no hotsite que você está acessando que encontrará todas essas informações concentradas. Além desta área de respostas às principais dúvidas que o projeto pode gerar, você pode encaminhar perguntas que não estejam respondidas, clicando aqui.

22. Como tirar dúvidas e ter acesso às informações de mudanças que ainda estão por vir?

A comunicação do projeto RUMAR se dará de maneira transparente e contínua. Comunicados específicos e notícias nos canais de comunicação interna Marista Mais trarão regularmente as principais novidades sobre o tema, mas é no hotsite que você está acessando que encontrará todas essas informações concentradas. Além desta área de respostas às principais dúvidas que o projeto pode gerar, há, no link “Envie sua dúvida”, um formulário de contato por meio do qual você poderá encaminhar perguntas que não estejam aqui respondidas.